Funções Orgânicas
segunda-feira, 28 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
5. UFRJ
Carbono
O carbono (do latim carbo, carvão) é um elemento químico, símbolo C , número atômico 6 (6 prótons e 6 elétrons), massa atómica 12 u, sólido à temperatura ambiente.
Dependendo das condições de formação, pode ser encontrado na natureza em diversas formas alotrópicas: carbono amorfo e cristalino, em forma de grafite ou ainda diamante.
Pertence ao grupo (ou família) 14 (anteriormente chamada IVA).
É o pilar básico da química orgânica, se conhecem cerca de 10 milhões de compostos de carbono, e forma parte de todos os seres vivos.
É o pilar básico da química orgânica, se conhecem cerca de 10 milhões de compostos de carbono, e forma parte de todos os seres vivos.
domingo, 20 de março de 2011
4. UFRJ
Nazismo
O nazismo, conhecido oficialmente na Alemanha como nacional-socialismo.
É a ideologia praticada pelo Partido Nazista da Alemanha, formulada por Adolf Hitler.
O nazismo é frequentemente considerado por estudiosos como uma derivação do Fascismo.
Uma das motivações para criação do nazismo foi a insatisfação com o Tratado de Versalhes, que era entendido como uma conspiração judaica-comunista para humilhar a Alemanha no final da Primeira Guerra Mundial.
O Partido Nazista chegou ao poder na Alemanha em 1933.
A essência do fascismo e do nazismo está no totalitarismo, especificamente na noção de controle totalitário, ou seja, na ideia de que o Estado, e em última instância o chefe-de-Estado (no caso da Alemanha o Führer), deveria controlar tudo e todos.
Para isso a homogeneização da sociedade é fundamental. As formas de controle social em regimes totalitários geralmente envolvem o uso e exacerbação do medo a um grau extremo.
De acordo com o livro Mein Kampf ("Minha Luta"); Hitler desenvolveu as suas teorias políticas pela observação cuidadosa das políticas do Império Austro-Húngaro.
O ponto mais importante do nazismo é a superioridade da raça ariana.
A teoria nazista defende que a raça ariana é uma raça-mestra, superior a todas as outras.
O nazismo defende que uma nação é a máxima criação de uma raça. Consequentemente, as grandes nações seriam a criação de grandes raças.
Nações incapazes de defender as suas fronteiras, diziam, seriam a criação de raças fracas ou escravas. Defendiam eles que as raças escravas eram menos dignas de existir do que as raças-mestras.
Raças sem pátria eram, portanto, consideradas "raças parasíticas". Quanto mais ricos fossem os membros da "raça parasítica" mais virulento seria o parasitismo. Uma raça-mestra podia, portanto, de acordo com a doutrina nazista, endireitar-se facilmente pela eliminação das "raças parasíticas" da sua pátria.
Algumas das manifestações do racismo nazista foram:
* Anti-semitismo, que culminou no Holocausto;
* Nacionalismo étnico, incluindo a noção dos alemães como o Herrenvolk ("raça-mestra") e o Übermensch ("super-homem");
* Uma crença na necessidade de purificar a "raça alemã" através da eugenia, que culminou na eutanásia não-voluntária de pessoas diminuídas.
O anticlericalismo faz parte da ideologia nazista, o que é mais um ponto de divergência com outros fascismos.
É a ideologia praticada pelo Partido Nazista da Alemanha, formulada por Adolf Hitler.
O nazismo é frequentemente considerado por estudiosos como uma derivação do Fascismo.
Uma das motivações para criação do nazismo foi a insatisfação com o Tratado de Versalhes, que era entendido como uma conspiração judaica-comunista para humilhar a Alemanha no final da Primeira Guerra Mundial.
O Partido Nazista chegou ao poder na Alemanha em 1933.
A essência do fascismo e do nazismo está no totalitarismo, especificamente na noção de controle totalitário, ou seja, na ideia de que o Estado, e em última instância o chefe-de-Estado (no caso da Alemanha o Führer), deveria controlar tudo e todos.
Para isso a homogeneização da sociedade é fundamental. As formas de controle social em regimes totalitários geralmente envolvem o uso e exacerbação do medo a um grau extremo.
De acordo com o livro Mein Kampf ("Minha Luta"); Hitler desenvolveu as suas teorias políticas pela observação cuidadosa das políticas do Império Austro-Húngaro.
O ponto mais importante do nazismo é a superioridade da raça ariana.
A teoria nazista defende que a raça ariana é uma raça-mestra, superior a todas as outras.
O nazismo defende que uma nação é a máxima criação de uma raça. Consequentemente, as grandes nações seriam a criação de grandes raças.
Nações incapazes de defender as suas fronteiras, diziam, seriam a criação de raças fracas ou escravas. Defendiam eles que as raças escravas eram menos dignas de existir do que as raças-mestras.
Raças sem pátria eram, portanto, consideradas "raças parasíticas". Quanto mais ricos fossem os membros da "raça parasítica" mais virulento seria o parasitismo. Uma raça-mestra podia, portanto, de acordo com a doutrina nazista, endireitar-se facilmente pela eliminação das "raças parasíticas" da sua pátria.
Algumas das manifestações do racismo nazista foram:
* Anti-semitismo, que culminou no Holocausto;
* Nacionalismo étnico, incluindo a noção dos alemães como o Herrenvolk ("raça-mestra") e o Übermensch ("super-homem");
* Uma crença na necessidade de purificar a "raça alemã" através da eugenia, que culminou na eutanásia não-voluntária de pessoas diminuídas.
O anticlericalismo faz parte da ideologia nazista, o que é mais um ponto de divergência com outros fascismos.
sábado, 19 de março de 2011
3. UFRJ
Níveis Tróficos
O nível trófico é o nível de nutrição a que pertence um indivíduo ou uma espécie, que indica a passagem de energia entre os seres vivos num ecossistema.
Existem três níveis tróficos principais:
* Produtores: reúnem todos os seres capazes de autotrofia.
* Consumidores: são organismos que consomem produtores e outros consumidores, geralmente são heterótrofos.
* Decompositores: Consomem os restos de plantas e animais. Responsáveis pela devolução de minerais e nutrientes para o ambiente, que servirão para produtores mais uma vez, fechando o ciclo.
Existem três níveis tróficos principais:
* Produtores: reúnem todos os seres capazes de autotrofia.
* Consumidores: são organismos que consomem produtores e outros consumidores, geralmente são heterótrofos.
* Decompositores: Consomem os restos de plantas e animais. Responsáveis pela devolução de minerais e nutrientes para o ambiente, que servirão para produtores mais uma vez, fechando o ciclo.
Pirâmide ecológica ou pirâmide trófica
É uma representação gráfica que mostra, mediante retângulos horizontais sobrepostos, a biomassa em cada nível trófico de um determinado ecossistema.
As pirâmides ecológicas apresentam, em sua base, os produtores e seguem em uma sequência de vários níveis tróficos, sucedido pelos carnívoros que comem herbívoros, seguidos pelos carnívoros que comem carnívoros, e assim por diante). O nível mais alto é o topo da cadeia alimentar.
As pirâmides ecológicas podem ser de três tipos: pirâmide de números, pirâmide de biomassa e pirâmide de energia.
As pirâmides ecológicas apresentam, em sua base, os produtores e seguem em uma sequência de vários níveis tróficos, sucedido pelos carnívoros que comem herbívoros, seguidos pelos carnívoros que comem carnívoros, e assim por diante). O nível mais alto é o topo da cadeia alimentar.
As pirâmides ecológicas podem ser de três tipos: pirâmide de números, pirâmide de biomassa e pirâmide de energia.
Pirâmide de números
Uma pirâmide ecológica da números mostra a quantidade de indivíduos em cada nível trófico da cadeia alimentar proporcionalmente à quantidade necessária para a dieta de cada um desses. Por exemplo, cerca de 10.000 camarões de água doce são necessários para o sustento de 1.000 alburnetes que, por sua vez, alimentam 100 percas que, finalmente, servirão de alimento para uma águia-pescadora.
Pirâmide de biomassa
Uma pirâmide ecológica da biomassa mostra a relação entre biomassa e nível trófico através da quantificação do total de biomassa presente em cada nível trófico de uma comunidade ecológica em um determinado período de tempo.
A pirâmide de biomassa pode ser invertida. Por exemplo, em um ecossistema de lagoa, o peso seco total do fitoplâncton, principais produtores, em qualquer ponto será menor do que a massa dos heterótrofos, como peixes e insetos. Isto porque o fitoplâncton se reproduz muito rapidamente, mas apresenta um tempo de vida
individual muito mais curto.
Uma pirâmide ecológica da biomassa mostra a relação entre biomassa e nível trófico através da quantificação do total de biomassa presente em cada nível trófico de uma comunidade ecológica em um determinado período de tempo.
A pirâmide de biomassa pode ser invertida. Por exemplo, em um ecossistema de lagoa, o peso seco total do fitoplâncton, principais produtores, em qualquer ponto será menor do que a massa dos heterótrofos, como peixes e insetos. Isto porque o fitoplâncton se reproduz muito rapidamente, mas apresenta um tempo de vida
individual muito mais curto.
Pirâmide de energia
Uma pirâmide ecológica de energia mostra, para cada nível trófico, a produção de biomassa ou quantidade de energia acumulada, em uma determinada área ou volume. Esta pirâmide mostra o fluxo de energia através da cadeia alimentar.
terça-feira, 15 de março de 2011
2. UFRJ
Síndrome do poli-X
A síndrome do poli-x é representada por mulheres que apresentam números aumentado de cromossomos X, podendo aparecer cariótipo 47XXX, 48XXXX, 49XXXXX.
Quase todos os erros relacionados à essa síndrome ocorrem durante a ovulogênese, pela não disjunção dos cromossomos.
As mulheres 47 XXX são aparentemente normais, havendo alguns casos de retardo mental e distúrbio menstrual.
Os sintomas dessa síndrome envolvem:
- Menor grau de inteligência
- Pessoa com características sexuais e comportamentais femininas
- Mulheres tendem a ser altas
- Múltiplas peles frouxas no pescoço
- São férteis
- Podem entrar na menopausa precocemente
- Retardamento mental (o grau de retardamento varia entre as portadoras)
Nas células 47 dois dos cromossomos x não são ativados e são de replicação tardia.
Mulheres portadoras podem dar origem a crianças perfeitamente normais.
domingo, 13 de março de 2011
1. UFRJ
Liquens
Os liquens são associações simbióticas de mutualismo entre fungos e algas.
Os fungos que formam liquens são, em sua grande maioria, ascomicetos (98%), sendo o restante, basidiomicetos.
As algas envolvidas nesta associação são as clorofíceas e cianobactérias.
Alguns taxonomistas classificam os líquenes na sua própria divisão (Mycophycophyta), mas isto ignora o fato de que os componentes pertencem a linhagens separadas.
Normalmente existem três tipos de talo:
Crostoso: o talo é semelhante a uma crosta e encontra-se fortemente aderido ao substrato.
Folioso: o talo é parecido com folhas
Fruticoso: o talo é parecido com um arbusto e tem posição ereta.
Os fungos que formam liquens são, em sua grande maioria, ascomicetos (98%), sendo o restante, basidiomicetos.
As algas envolvidas nesta associação são as clorofíceas e cianobactérias.
Alguns taxonomistas classificam os líquenes na sua própria divisão (Mycophycophyta), mas isto ignora o fato de que os componentes pertencem a linhagens separadas.
Normalmente existem três tipos de talo:
Crostoso: o talo é semelhante a uma crosta e encontra-se fortemente aderido ao substrato.
Folioso: o talo é parecido com folhas
Fruticoso: o talo é parecido com um arbusto e tem posição ereta.
Os líquens possuem ampla distribuição e habitam as mais diferentes regiões. Normalmente os liquens são organismos pioneiros.
A reprodução assexuada se dá pela germinação de esporos.Já a reprodução sexuada ocorre por meio de órgãos masculinos e femininos que produzem células masculinas e femininas.
quarta-feira, 9 de março de 2011
11. UEA
Ciclo da Borracha
A elevação à categoria de Província não alterou realidade da população amazonense. A atividade manufatureira era inexpressiva, produção agrícola em decadência e forte dependência econômica em relação ao Pará.
Foi nesta situação que um produto, antes conhecido somente pelos índios, integrou a região amazônica ao capitalismo industrial: látex amazônico, matéria-prima da borracha, extraído da espécie vegetal conhecida como seringueira (Hevea brasiliensis).
Com o aprimoramento da técnica de extração, a região recebe mais imigrante. Neste cenário, a população tapuia e cabocla passa a se dedicar inteiramente ao trabalho de produção da borracha.
Apogeu do Ciclo da Borracha
O método de vulcanização, em 1839, impulsionou o uso da borracha para fins industriais.
Toda a segunda metade do século XIX e durante o início do século XX (1912), a Amazônia fornecia mais da metade da produção mundial de borracha.
Isso só foi possível com o aumento de mão-de-obra oriunda, principalmente, do Nordeste brasileiro.
Sistema de Aviamento e o Seringal
Com o declínio da agricultura, e a necessidade de suprir de produtos básicos os trabalhadores, fora instalado o sistema de aviamento.
O sistema envolvia as casas aviadoras e exportadoras e o seringalista. Organizava-se da seguinte maneira:
a) Casas aviadoras e exportadoras:
Forneciam mantimentos a um aviador menor, o comerciante mais próximo dos seringais.
Encarregavam-se dos imigrantes;
b) Seringalista (dono do seringal):
Autoridade do seringal;
Impunha-se pela força.
c) O seringueiro: responsável por entrar na mata e extrair o látex e produzir a borracha.
O seringueiro
Na maioria, nordestino empobrecido, fugido da seca do sertão, iludido pelas promessas da borracha no Amazonas.
Trabalhava, em média dezesseis horas por dia, morava em barraca de palha.
Alimentava-se de farinha-d’água, do jabá, do arroz e de conservas (comumente estragadas!)
Endividado desde que chegou, o seringalista torna-se escravo. As dívidas só aumentavam. Cortando gasto com própria refeição, ficava frágil e era alvo de epidemias. Morreram muitos perseguindo o sonho de retorna para sua terra.
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