domingo, 28 de novembro de 2010

O mundo grego

Território ocupado pela Grécia antiga pode ser dividido em três partes:

Hélade (Continental) correspondente ao sul da península Balcânica.
Insular formada pelas ilhas do mar Egeu.
Jônia ou asiática localizada na costa ocidental da Ásia Menor.

A Grécia antiga não chegou a formar um Estado unificado. Seu território era de fato ocupado por várias cidades autônomas chamadas pólis.
As pólis tinha cada qual com sua própria organização social, religiosa, política e econômica.

As principais cidades-Estado gregas forma Esparta, Atenas, Tebas e Corinto.

A pólis era constituída por um núcleo principal. No núcleo principal ficavam a Acrópole (centro religioso que também servia de fortaleza militar), a ágora (praça central) e o asti (espécie de mercado).

A história da Grécia antiga se estende por quase dois milênios.
- Pré-Homérico (séculos XX-XII a.C);
- Homérico (séculos XII - VII a.C);
- Arcaico (séculos VIII - VI a.c);
- Clássico (séculos V - IV a.C).

Em meados do séculos IV a.c, o território grego foi dominado pelos macedônios, que assimilaram e difundiram a cultura grega. A esse período deu-se o nome de Helenística.
A Grécia seria incorporada ao Império Romano.

Pré-Homérico - Formação da população grega

A população da Grécia antiga formou-se a partir do encontro de quatro povos de origem indo-européia: aqueus, jônios, eólios e d Os primeiros a chegar à península Balcânica, no início do segundo milênio. Os aqueus instalaram-se no sul numa região com terras férteis, chamada Peloponeso.
Sua principal cidade era Micenas. Do convívio com os cretenses, os aqueus puderam assimilar, entre outras coisas, a metalurgia do bronze, o uso da escrita e a arte de navegar.
Partindo de Micenas, por volta de 1400 a.C, os aqueus iniciaram um processo de expansão, consquistando Creta dominando em pouco tempo toda a região do mar Egeu.
O predominio dos aqueus perdurou até 1100 a.C, quando ocorreu a invasão dos dórios.
Atacando as cidade com suas armas de ferro, os dórios provocaram das populações:  Primeira Diáspora Grega.
Protegidos pelas condições geográfica, os territórios povoados por eólios e por jônios pouco sofreram com a invasão.
A chegada dos dórios marca o início do período Homérico.

Homérico


A invasão dórica provocou significativa transformação no modo de vida dos gregos.
A principal organização social passou a ser o geno. Nos genos a propriedade da terra era comunal.
Ao final de três séculos, a estrutura dos genos entrou em colapso devido ao aumento da população e pouca terras cultiváveis.
Como consequência a terra comunal tornou-se propriedade privada.
Formando uma espécie de aristocracia da terra: os Eupátridas.
No fim do período Homérico, por volta do século VIII a.C a economia voltou a crescer.
As cidades ressurgiram e o desenvolvimento da navegação permitiu a colonização de terras distantes: Segunda diáspora Grega.
Na península Itálica, as colônias gregas ficaram conhecidas como Magna Grécia.

Arcaico

A intensificação das atividades econômicas possibilitou o fortalecimento de alguns grupos sociais. Porém um grande número de camponeses empobreceu em virtude da concorrência dos produtos vindo das colônias.

A Grécia passou então por um período de conflitos sociais que provocaram enormes mudanças na organização da sociedade.
Muitas das cidades gregas, governadas até esse momento por soberanos, aboliram a monarquia, substituindo por uma pequena elite governante, a aristocracia
Em Atenas surgiu a democracia.


Clássico

Diferença profundas afastavam as duas principais cidade-Estado da Grécia antiga.
Esparta se destacava pelo espírito guerreiro em Atenas ao contrário, desenvolveu-se uma sociedade mais tolerante.
Esparta e Atenas, cada uma em seu momento, conquistaram a hegemonia no mundo grego.

    Esparta
    Localizada no Peloponeso, Esparta foi erguida pelos dórios, no século IX a.C. numa região chamada Lacônia.
    Regidos por um conjunto de leis, atribuídas a um lendário legislador chamado Licurgo.
    A sociedade espartana dividia-se em três estratos sociais:
   
        Esparciatas
            Tinha a posse da terras mais férteis e reservavam para si as funções de governantes.
            Dedicavam todo o tempo aos exercicios e atividades guerreiras, fazendo de Esparta um acampamento militar.
       
        Periecos
            Descendentes dos aqueus, não tinha direitos políticos. Para manter a posse de terras, tinham de pagar impostos; dedicavam-se ao comércio e ao artesanato.

        Hilotas
            Descendiam dos mesênios,povo dominado pelos dórios. Eram escravos e pertenciam à cidade de Esparta.
            Obrigados a trabalhar a terra, tinham d entregar grande parte da produção à família esparciata.

    O governo da cidade de Esparta era exercido por dois reis (Diarquia), que cumpria funções militares e religiosas.
    Seus poderes eram limitados pela:

        Gerúsia
            Exercia o poder supremo e eleborava as leis. Era composta pelos dois reis e mais 28 esparciatas, com idade superior a 60 anos, chamados gerontes.

        Apela
            Assembléia integrada pelos esparciatas com mais de 30 anos. Esses cidadãos votavam na assembléia sem poder fazer uso da palavra.

       
        Éforos
            Eram cinco escolhidos pela Gerúsia e a Apela. Tinham mandato de um ano e deviam, entre outras funções, fiscalizar os reis, cuidar da educação das crianças e aplicar a justiça.


    Os esparciatas deviam seguir uma disciplina extremamente rígida. Desde muito cedo, os meninos eram submetidos à educação oferecida pelo Estado.

    Atenas
    Fundada na Ática, península do mar Egeu, pelos jônios.
    Na cidade, um soberando chamado basileus, comandava a guerra, a justiça e a religião.
    Uma espécie de conselho, o Areópago limitava o seu poder.   
    A partir do século VIII a.C essa organização política sofreu profundas mudanças.
    Diante da enorme pressão, os eupátridas viram-se obrigados a fazer concessões.
    Dois desses legisladores foram Drácon e Sólon.

        Drácon
            Foi responsável pela introdução do registro por escrito das leis em Atenas. A cidade passou a ser governada com base em uma legislação e não mais conforme os costumes.

        Sólon
            Deu início a reformas mais profundas. Perdoou as dívidas e as hipotecas e aboliu a escravidão por motivo de dívida.
            Criou a Bulé, um conselho formado de quatrocentos membros, responsável pelas funções administrativas e pela preparação das leis. Tais leis tinham de ser submetidas à apreciação da Eclésia, ou Assembléia
            Sua reforma representou um passo decisivo para o desenvolvimento da democrácia.
   
        Clístenes
            Em 507 a.C, Clístenes assumiu o comando de Atenas e realizou um vasto programa de reformas, no qual estendeu os direitos de participação políticas a todos os homens livres.
            A democracia ateniense foi a forma de governo que, no mundo antigo, mais direitos políticos estendeu ao indivíduo.

No século V a.C, as cidades gregas atingiram seu momento de maior esplendor.
A tentativa persa de controlar politicamente esses territórios ocasionaou uma guerra que durou quase trinta anos.
Atenas e Esparta se uniram para enfrentar o inimigo. Vencidos os persas, começaram os conflitos internos que provocariam o enfraquecimento das cidades e a decadência do mundo grego.
   
   
    Guerras Greco-Pérsicas
        O império Persa expandiu-se até a Ásia menor, às margens do mar Egeu. Em seguida, avançou em direção ao mar Negro e cortou as ligações das cidades gregas com suas colônias.
        O confronto entre os dois povos tornou-se então inevitável.
        As colónias se revoltaram, mas acabaram derrotadas.
        Uma primeira resistência foi oferecida por trezentos espartanos, no desfiladeiro das Termópilas. Comandado pelo rei Leônidas.
        Os atenienses impingiram uma derrota decisiva à frota naval persa na batalha de Salamina.
        A derrota definitiva aconteceu em 478 a.C, algumas cidades gregas criaram uma liga denominada Confederação de Delos.

    O imperialismo ateniense
        Com o fim dos conflitos, Atenas expandiu suas atividades comerciais. Péricles realizou obras de reconstrução e modernização. Para pagar os gastos de sua administração, Péricles praticou uma política espoliatória sobre as demais cidades.

    Guerra no Peloponeso

        Para contrapor-se à rival, Esparta formou a Liga do Peloponeso, alegando que Atenas sufocava os interesses comerciais de outras cidades.
        A Guerra do Peloponeso foi um conflito longo e desgastante paras as cidade envolvidas.
        Enfraquecida pela sucessão de guerras, as cidades gregas cairam sob domínio macedônio.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Ecologia

Parte da biologia que estuda as relações dos seres vivos com o ambiente em que vivem.

Conceitos

População
    Conjunto de indivíduos da mesma espécie que vivem numa mesma área geográfica.

PALAVRA CHAVE: MESMA ESPÉCIE
ATENÇÃO: Apesar do conceito mencionar uma área geográfica,esta não "influência" o conceito.


Comunidade ou Biocenose
    Conjunto de populações que habitam a mesma região.

PALAVRA CHAVE: VÁRIAS ESPÉCIES, DIFERENTES ESPÉCIEIS, CONJUNTOS DE ESPÉCIES
ATENÇÃO: Apesar do conceito mencionar uma área,esta não "influência" o conceito.

Fatores bióticos
    São todos os seres vivos de uma determinada área.

PALAVRA CHAVE:
SER VIVO

Fatores abióticos
    São as características físicas e químicas de uma região que é influenciada e influência os seres vivos.

PALAVRA CHAVE: CARACTERÍSTICAS FÍSICAS (DURO, MOLE, FRIO...) E CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS (ÁCIDO, BÁSICO, SALUBRE...)

Ecossistema
    Fatores bióticos + Fatores abióticos

PALAVRA CHAVE: TUDO

Habitat
    Região geográfica característica que vive uma determinada espécie.

PALAVRA CHAVE: ENDEREÇO

Nicho ecológico
    Conjunto de atividades ecológicas que uma espécie desempenha (de que se alimenta, onde e em que hora do dia obtém esse alimento...).

PALAVRA CHAVE: PROFISSÃO

Sucessão das comunidades
    É a sequência de comunidades que modifica os fatores abióticos, permitindo que uma comunidade mais complexa se instale na área, até a instalação d a comunidade climax

Comunidade pioneira
    É a primeira comunidade que modifica os fatores abióticos.

Comunidade clímax
    Constitui a comunidade estável, completamente adaptada a área.

Séries ou seras
    São as comunidades intermediárias entre a comunidade pioneira e comunidade clímax.

Mutualismo
    É uma união íntima entre dois seres, com troca de alimentos e produtos do metabolismo, que beneficia ambas as espécies envolvidas.
    A dependência entre os dois seres é tanta, que a vida separado torna-se difícil ou mesmo impossível.

Protocooperação
    É uma união íntima entre dois seres, com troca de alimentos e produtos do metabolismo, que beneficia ambas as espécies envolvidas. Porém a relação é mais superfícial.
    A vida é perfeitamente possível separados.

Comensalismo
    Associação que um obtém benefícios de outro sem prejudicá-lp.

Colônias
    São formadas por indivíduos anatomicamente unidos.

Sociedades
    Os indivíduos vivem reunidos em grupos permanentes, sem ligação anatômica


Competição
    É quando duas espécies com nicho ecológicos semelhantes disputam pelo recurso do meio.

Princípio da exclusão competitiva ou Princípio da exclusão de Gauss
    Quando o nicho ecológicos são muitos parecidos, a competição é tão intensa que uma das espécies é extinta, forçada a mudar de nicho ou habitat.

Predatismo
    É quando uma espécie se alimenta de outra espécie.

Parasitismo
    Uma espécie instala-se no corpo de outros ser para dele extrair alimento.

Amensalismo ou Antibiose
    Uma espécie inibe o crescimento de outra.

Canibalismo
    Quando um animal se alimenta de outro da mesma espécie.


Potência, Radiação e Logaritmo

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Funcões Orgânicas

Carbono
Elemento da tabela periódica tetravalente (capaz de fazer 4 ligações covalente).
Os átomos de carbono podem ligar-se entre si, formando cadeias carbonicas

Nomenclatura IUPAC

- A cadeia principal é a que contém o número máximo de C possível.
- Havendo duas cadeias com número máximo de C, será principal a que contiver o maior número de radicais a ela ligados.
- A numeração da cadeia principal se faz de uma extremidade a outra, de tal modo que no nome apareçam os menores números possíveis (regra dos menores números).
- Os numeros dos radicais são precedidos dos números indicativos da posição desses radicais na cadeia principal.
- No caso de haver dois, tres, quatro, etc radicais iguais ligados à cadeia principal, usam-se os prefixos di, tri, tetra, etc. Diante dos nomes dos respectivos radicais.
- Os nomes dos radicais devem ser mencionados em ordem alfabética ou em ordem de complexidade crescente. Nessas ordens, não são levados em consideração os prefixos di, tri, tetra... acrescentados aos nomes dos radicais.






Radicais carbônicos

Sufixo do nº de carbono + il





Alcanos

Sufixo do nº carbono + ano

Alceno

Sufixo do nº carbono + eno

Os alcenos com 2, 3, 4... ligações duplas na moléculas são chamados alcadienos, alcatrienos, alcatetraenos, alcapolienos.

Alquinos

Sufixo do nº carbno + ino

Os alquinos com 2, 3, 4... ligações triplas na moléculas são chamados alcadiinos, alcatriinos, alcatetrainos.

Ciclanos

Ciclo + sufixo do nº carbono + ano.

Ciclenos

Ciclo + sufixo do nº carbono + eno.

Hidrocarbonetos aromáticos ou arenos

Benzeno

Álcoois

Sufixo do nº carbono + ol

Fenóis

Hidrox + nome do hidrocarboneto de origem

Éteres

Sufixo do nº carbono (radical menor) + oxi + sufixo do nº carbono (radical maior) + ano

Aldeídos

Sufixo do nº carbono + al

Cetonas

Sufixo do nº carbono + ona

Ácidos carboxílicos

Ácido + Sufixo do nº carbono + óico

Ésteres

Sufixo do nº carbono + oato de radical de (do hidrogênio ionizável) Sufixo do nº carbono + ila

Amidas

Sufixo do nº carbono + ano + amida

Aminas

Sufixo do nº carbono + ila + amina

Nitrilos
Sufixo do nº carbono + ano + nitrilo

Derivados halogenados

Haleto de + derivado halogenado + Sufixo do nº carbono + ano

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Histologia

Ciência que estuda os tecidos.

Tecidos
É uma reunião de células semelhantes, encarregadas de desempenhar uma determinada função.

Os tecidos animais são classificados em quatro grupos:

TECIDO EPITELIAL
O tecido epitelial é aquele que reveste todas as superfícies internas e externas.

    Características
        Células justa postas.
        Pouca substância intercelular (glicoproteína com função de adesão).
        Possuem terminações nervosas.
        Não possuem vasos sanguíneos (recebem alimento pelo tecido conjuntivo - difusão).
   
    Epitélio de Revestimento
        Reveste o corpo e forra as cavidades. Esse epitélio confere proteção contra atritos, invasão ou evaporação  e serve também para absorção de alimentos, oxigênio etc.
            Pode ser formado:
            Epitélio simples
                Uma camada de células

            Epitélio estratificado
                Várias camadas de células

            Epitélio pseudo-estratificado

                Uma camada de células, com núcleos em diferentes alturas, dando aparência de estratificação.


        Origem
            A epiderme que reveste externamente o organismo origina-se do ectoderma.
            A mucosas, tecido epitelial que forra cavidades como o tubo digestivo, origina-se do endoderma.
            Tecido epitelial que reveste os vasos sanguíneos e do que forma as membranas que cobrem os órgãos origina-se do mesoderma.

   
    Epitélio Glandular
        São agrupamentos de células epiteliais especializadas na produção de secreção

            Quanto ao local de excreção
                Glândulas Exócrinas
                    Mantêm comunicação com o exterior através de um canal.

                Glândulas Endócrinas
                    Lançam suas secreções (neste caso se denomina HORMÔNIO) em capilares sanguíneos.

                Glândulas Mistas
                    São glândulas que possuem uma parte endócrinas e exócrinas.

TECIDO CONJUNTIVO

    Características
        Muita substância intercelular
        Vascularizado
   
    Origem
        Mesoderma

    Tecido conjuntivo propriamente dito
        Encontrado abaixo do epitélio com função de sustentação e nutrição, em volta dos órgãos com função de acolchoamento, preenchendo espaços e fazendo conexão.

        A substância intercelular possui dois componentes:
           
            Parte amorfa
                É gelatina formada principalmente por um glicoproteína denominada ácido hialurônico.
                Há vários tipos de células "mergulhadas" na parte amorfa:
                    Fibroblasto: produzem a substância intercelular.

                    Célula adiposa: armazenam gordura.

                    Plasmócito: fabricam anticorpos.

                    Mastócitos: Produzem histamina e heparina.

                    Células mesenquimais: Células indiferenciadas que podem originar qualquer outra célula.

            Fibras
                Fibras elásticas
                Fibras colágenas

    Tecido cartilaginoso
        Serve basicamente à sustentação do corpo.
        Constitui o esqueleto provisório do embrião.

        A célula características é o condrócito

        A substância intercelular é consistente e flexível e composta principalmente por ácido condroitinossulfúrico e fibras.
        A cartilagem não possui vasos sanguíneos, os condrócitos recebem alimento por difusão de capilares colocados na superfície do pericôndrio.

    Tecido Ósseo
        Tecido de sustentação definitivo.
        Célula características é o osteócito
        Tecido vascularizado por um sistema de canalículos chamado sistema de Havers.


    Tecido hematopoético
        É o tecido formador das células do sangue e da linfa.
        Divide-se em dois tipos:
           
            Mielóide
                Formado pela medulos dos ossos chatos e pelas extremidade dos ossos longos. É responsável pela formação das células do sangue.

            Linfóide
                Situado no timo, no intestino, no fígado, no baço nas tonsilas e nos gânglios linfáticos. Tem função de defesa contra microrganismo. Recebe células da medula que se reproduzem e se diferenciam em linfócitos.

                Sangue
                    Tecido que apresenta uma substância intercelular líquida.
                    No plasma - parte líquida - estão mergulhados os elementos figurados que são:
                       
                        Hemácias

                            Células mais numerosas (cinco milhões por mm3 de sangue).
                            Nos mamíferos, são circulares, bicôncavas e anucleadas, contendo em seu interior hemoglobina.
                            Duram em média 120 dias.

                        Leucócitos
                            Defendem o corpo contra a invasão de antígenos.
                            São classificados em:

                                Granulócitos ou polimorfonucleados
                                    Neutrófilos (60% - 70%) - os mais ativos na fagocitose.

                                    Acidófilos (1% - 3%) - fagocitam o produto da reação do antígeno com o anticorpo.

                                    Basófilos (0% - 0,5%) - saem do sangue e se transformam em mastócitos.


                                Agranulócitos ou mononucleados
                                    Linfócitos (20% - 30%) - saem do sangue e se transformam em plasmócitos que produzem anticorpos.

                                     Monócitos (2% - 8%) - saem do sangue e se transformam em macrófagos.


                        Plaquetas (300.000 por mm3)
                            Fragmentos de citoplasma formados a partir de células especiais na medula óssea. Agem na coagulação do sangue.

                        Linfa
                            A linfa é o líquido intersticial que é recolhida pelos vasos linfáticos.
                           
TECIDO MUSCULAR
Formado por células alongadas chamadas fibras, ricas em miofibrilas de proteínas. Tem a capacidade de contração desse tecido, responsável pelo movimento, pela respiração e outras atividades de certos órgãos.
Origina-se do mesoderma.

Existem três tipos de músculos:

    Músculos estriado esquelético
        É formado por células plurinucleadas com miofibrilas que apresentam  alternadamente faixas claras e escuras.
        Estão ligados ao esqueleto e têm contração voluntária.

    Músculos liso
        Fibras mononucleadas sem estrias transversas. É encontrado na parede de órgãos ocos.
        Apresenta contração involuntária.

    Músculos estriado cardíaco
        Forma o miocárdio.
        Fibras estriadas mononucleadas e de contração involuntária. Possui discos intercalares.   

        Contração muscular
       
        As miofibrilas são formadas por filamentos espessos de um proteína chamada miosina e filamentos finos de uma proteína chamada actina.
        A disposição dessas proteínas que produz as regiões escuras (discos a com uma faixa central mais clara - faixa H) e regiões claras (discos I com uma faixa central mais escura - faixa z).
        A distância entres as duas linhas Z é chamada sarcômero.
        IMPORTANTE: Sarcômero é a unidade funcional da miofibrila.

        As ligações químicas entre a actina e miosina ocorrem quando ATP e íons cálcio no interior do retículo endoplasmático, são liberados para a miofibrilas.

TECIDO NERVOSO

O tecido nervoso é o responsável pela capacidade do animal de receber, interpretar e responder a estímulos internos e externos.
Esta capacidade deve-se a uma célula extremamente especializada: neurônio.
Protegendo e sustentando os neurônios existe um conjunto de células: a glia ou neuróglia.


    O neurônio
    Apresenta um região chamada corpo celular onde se localiza o núcleo e a maior parte do citoplasma.
    Do corpo saem várias ramificações arborescentes os dendritos e uma ramificação onga, o axônio.
    Ao longo do axônio encontram-se várias células enroladas, as células de Schwann. Elas são portadoras de uma sbustância gordurosa chamada mielina, que exerce a função de isolante aumentando a velocidade do impulso nervoso.
    Sinapse: espaço entre o axônios e os dendritos em que ocorre a propagação do impulso com auxilio de mediadores químicos acetilcolina e noradrelina.
       
    IMPORTANTE: Não há continuidade entre neurônios.
                               O impulso nervoso sempre se propaga do axônio de um neurônio para o dendritos do outro neurônio.